terça-feira, 3 de agosto de 2010

Nenhum de Nós grava novo CD


No final de junho, o grupo Nenhum de Nós iniciou a gravação de seu décimo-quarto disco, ainda sem título definido. O projeto se desenvolve no estúdio Submarino Amarelo, em Porto Alegre, e conta com a co-produção de Ray Z, além da participação especial do baixista Estêvão "Fabuloso".

A gravação do aguardado novo trabalho do quinteto gaúcho acontece apenas algumas semanas de uma experiência inédita na carreira da banda. Thedy Correa e cia tocaram pela primeira vez na China (fotos). Foram duas apresentações, à convite da Prefeitura de Porto Alegre, na Expo Xangai. O evento teve um dia (5 de junho) dedicado à capital gaúcha.

A cidade brasileira foi homenageada em razão de sua política urbana, ganhando um pavilhão dentro de um espaço dedicado a cidades de diferentes partes do mundo.

Segundo escreveu Thedy Correa no blog da banda, os shows em Xangai tiveram um público "fixo" de cerca de duas mil pessoas, além de uma grande parcela de pessoas circulando: "Estas paravam, ouviam duas ou três canções e seguiam seu caminho", explicou o artista.

Já de volta ao Rio Grande, a banda retomou as gravações e promete lançar o primeiro single do novo disco ainda em agosto.

Opa, olha eu de novo aqui! Com um sonho que não acaba!

Amigos leitores/ouvintes, fiquei um tempinho sem postar nada de novo no blog, como de costume, por absoluta falta de tempo.

Na África do Sul, dedicando-me com exclusividade à cobertura da Copa (longe de meus outros trabalhos aqui de São Paulo), era bem mais fácil atualizar essa página.

Sem contar que escrever era uma ótima maneira de tentar driblar a saudade de casa, dos familiares e amigos.

Explicação para o vazio de linhas já colocado, segue abaixo o trailer de um dos filmes mais esperados por este jornalista nesta temporada: O Garoto de Liverpool.

Como já dá pra sacar pelo título, a produção tem algo a ver com os Beatles, os filhos mais famosos desta cidade inglesa. Na verdade, tem a ver mais com John Lennon.

Quase trinta anos após a morte do ex-beatle (8 de dezembro de 1980), este novo longa-metragem mostra a adolescência e início de juventude do astro inglês. O primeiro amor, a relação com a tia que o criou, a dor sentida pela ausência da figura materna e o início da amizade com Paul McCartney são mostrados pelo diretor Sam Taylor Wood.

O filme é baseado no livro
Imagine: Growing Up With My Brother John Lennon, de Julia Baird.

Lennon é interpretado pelo pouco conhecido Aaron Johnson (estrelou recentemente a aventura Kick-Ass), enquanto Paul é vivido por Thomas Sangster.

Se você já assistiu a comédia romântica Simplesmente Amor, provavelmente ficará com a impressão de já ter visto o intérprete de Paul em algum lugar.

Pois bem, ele era o garotinho apaixonado do filme supra-citado. Vivia o enteado de Liam Neeson.

O Garoto de Liverpool estreia nos cinemas brasileiros no dia 1 de outubro. Programa imperdível para os beatlemaníacos!

domingo, 11 de julho de 2010

Seleção da Copa

Vi quase todos os jogos desta Copa e assim espero não cometer grandes injustiças na seleção que escalarei abaixo.

A minha seleção da Copa do Mundo de 2010! Com escalação baseada nas atuações individuais dos atletas, mas também no que cada um deles contribuiu coletivamente. Baseada ainda nos gols marcados, nos gols evitados, na entrega, superação, aplicação tática e importância para o resultado obtido por seus respectivos times.

Vamos então à seleção do blog Gols, Filmes e Canções!

Casillas (Espanha), Maicon (Brasil), Puyol (Espanha), Friedrich (Alemanha) e Van Bronckhorst (Holanda); Schweinsteiger (Alemanha), Iniesta (Espanha), Sneijder (Holanda) e Müller (Alemanha); Diego Forlan (Uruguai) e David Villa (Espanha)

Como o Mundial teve muitos outros destaques, resolvi escalar também um time reserva. Aí vai!

Stekelenburg (Holanda), Sergio Ramos (Espanha), Lugano (Uruguai), Mertesacker (Alemanha) e Coentrão (Portugal); Pérez (Uruguai), Boateng (Gana), Xavi (Espanha) e Ozil (Alemanha); Messi (Argentina) e Klose (Alemanha).

Gostaria de citar ainda o atacante ganês Gian, os brasileiros Lúcio, Luis Fabiano e Elano, o atacante alemão Podolsky, os atacantes holandeses Kuit e Robben, os argentinos Tevez e Higuain, o volante espanhol Busquets, o goleiro nigeriano Enyeama, o atacante mexicano Hernandez, o meia português Tiago e o meia americano Donovan, entre tantos outros grandes jogadores que não vieram à África a passeio.

Ranking de Gols de Clubes na Copa 2010 - A revanche do Bayern!


Desta vez, o Bayern de Munique derrotou a Inter de Milão. Aliás, derrotou todos os times do planeta.

Com cinco gols de Müller, quatro gols de Klose, um do argentino Demichellis e dois do holandês Robben, o time alemão foi quem mais teve jogadores fazendo gols na Copa da África do Sul.

Curiosamente, o vice-campeão do ranking é a supra-citada equipe italiana, justamente o time que derrotou o Bayern na recente decisão da Liga dos Campeões da Europa.

A Inter teve cinco gols do holandês Sneijder, dois do camaronês Eto'o, um do brasileiro Maicon e um do ganês Muntari: nove no total.

A terceira posição, curiosamente, é do Atlético de Madrid, que aparece assim à frente dos rivais espanhóis Real Madrid e Barcelona. Graças, principalmente, aos cinco gols do uruguaio Forlan.

Bem, vamos então ao ranking completo, atualizado após a decisão e, claro, agora definitivo! Ranking que foi feito inicialmente com absoluta exclusividade pelo blog Gols, Filmes e Canções! Depois, acabou sendo copiado por alguns sites brasileiros.

O que é perfeitamente natural. Afinal de contas, modéstia à parte, a ideia é bem bacana e sacia a curiosidade de torcedores fanáticos que devoram estatísticas e curiosidades sobre o maior campeonato de futebol do planeta!

Lembrando novamente que ao lado dos nomes dos times, aparece entre parênteses o nome da seleção pela qual o clube teve um jogador fazendo gol.

Em alguns casos, quando a equipe é pouco ou nada conhecida, aparece ao lado do nome, após a barra, o país de origem da agremiação.

12 gols

Bayern Munique (Alemanha-9, Argentina e Holanda-2)

9 gols

Internazionale (Brasil, Holanda-5, Camarões-2 e Gana)

8 gols

Atlético de Madrid (Uruguai-5 e Portugal-3)

5 gols

Ajax (Uruguai-3, Sérvia e Dinamarca)
Barcelona (Espanha-3, México e Costa do Marfim)
Real Madrid (Argentina-4 e Portugal)
Valência (Espanha-5)

4 gols

Sevilla (Brasil-3 e Costa do Marfim)

3 gols

Ankaraguçu/Turquia (Eslováquia-3)
Chelsea (França e Costa do Marfim-2)
CSKA Moscou (Japão-2 e Chile)
Los Angeles Galaxy (EUA-3)
Rennes (Gana-3)

2 gols

Alkmaar (Austrália-2)
Almeria (Nigéria-2)
Arsenal (Dinamarca e Holanda)
Bolton (Coréia do Sul-2)
Chivas (México-2)
Colonia (Alemanha-2)
Everton (Nigéria e Austrália)
Feyenoord (Dinamarca e Holanda)
Galatasaray (Brasil-2)
Juventus (Itália-2)
Kashima Antlers (Coreia do Sul-2)
Liverpool (Inglaterra e Holanda)
Manchester City (Argentina-2)
Roma (Brasil e Itália)
Santos (Brasil-2)
Stuttgart (Alemanha-2)
Werder Bremen (Portugal e Alemanha)

1 gol

America do México (Chile)
April 25/CDN (Coréia do Norte)
Auxerre (Eslovênia)
Benfica (Uruguai)
Boca Juniors (Argentina)
Borussia Monchengladbach (EUA)
Brugge (Paraguai)
Fulham (EUA)
Gamba Osaka (Japão)
Gent/Bélgica (Eslovênia)
Gold Coast United/Austrália (Nova Zelândia)
Hamburgo (Alemanha)
Hertha Berlin (Alemanha)
Kaizer Chiefs/África do Sul (África do Sul)
LDU (Paraguai)
Mamelodi Sundowns/África do Sul (África do Sul)
Manchester United (Coréia do Sul)
Midtjylland/Dinamarca (Nova Zelândia)
Milan (Holanda)
Monaco (Coreia do Sul)
Nápoli (Itália)
Olympiakos (Grécia)
Olympique de Marselha (Argentina)
Once Caldas (Chile)
Palermo (Uruguai)
Panathinaikos (Grécia)
Porto (Uruguai)
Portsmouth (Gana)
Saint Étienne (Suíça)
Shimizu Pulse (Japão)
Spartak Trnava/Eslováquia (Eslováquia)
Sporting (Portugal)
Standard Liége (Sérvia)
Sunderland (Paraguai)
Superspot United (África)
Tottenham (Inglaterra)
Veracruz (México)
West Bromwich (Eslovênia)

A primeira vez a gente nunca esquece


Muitas chances de gol criadas, muitas chances incrivelmente desperdiçadas, muita raça, muita luta, muito toque de bola. Não foi uma decisão espetacular, mas foi sim um jogo empolgante.

E a Fúria enfim abraçou o planeta.

Acabou a fama de "amarelona". A Espanha hoje pintou o futebol de vermelho e levantou a mais linda e cobiçada taça do esporte bretão pela primeira vez em sua história. Um título justo pelo que jogou e pelo que tentou jogar neste domingo.

Justo também pelo que a seleção espanhola jogou na competição, mesmo com a derrota na estréia (tornando-se aliás a primeira equipe a conquistar o Mundial com um tropeço na primeira rodada) e com quatro vitórias por 1 x 0 na fase decisiva.

Até porque 1 x 0 não só tem o mesmo valor de um 5 x 0 como é mais bacana do que ganhar nos penais.

E muitas das recentes seleções campeãs, incluindo a Alemanha de 90, o Brasil de 94 e a França de 98, trouxeram na bagagem da bela campanha ao menos um triunfo na disputa por penais. A Espanha não precisou desta “loteria”.

E nem precisaria de prorrogação, caso Villa e Sergio Ramos não tivessem desperdiçado chances incríveis no tempo normal.

Tudo bem, pelo lado holandês, Robben e Mathijsen também perderam oportunidades fantásticas. Mas a Espanha teve mais iniciativa desde os primeiros instantes no já histórico duelo no Soccer City.

Sneijder não decidiu, mas jogou uma bela partida. Iniesta errou mais do que o normal, mas decidiu.

Robben, Xavi e Villa, os outros candidatos a protagonistas da finalíssima, apareceram bastante no jogo, mostraram um pouco de suas virtudes, mas não jogaram tudo o que se esperava deles.

A Holanda havia vencido seus seis jogos anteriores e hoje soube neutralizar em muitos momentos a grande jogada adversária: os toques de bola insinuantes pelo meio, especialmente com Xavi e Iniesta, mas às vezes também com Pedro (quando este recuava) e Xabi Alonso (quando avançava).

Alguém poderá então perguntar: não seria também justo se a Holanda tivesse triunfado?

Talvez não fosse totalmente injusto, mas não seria um desfecho tão belo. A Espanha é menos violenta e mais técnica. Procura mais o ataque e teve um goleador mais eficiente (Villa jogou muito mais que Van Persie).

Afora isso, os times se equivalem no aspecto defensivo, na habilidade de seus meias e atacantes e na eficiência tática. O que explica em parte o equilíbrio em boa parte da partida.

O que não se explica é a “vontade” exagerada de muitos atletas holandeses, que desandaram a bater desde o início do jogo.

Como toda ação tem reação, o time da Península Ibérica também exagerou na dose em alguns momentos.

Mas o excesso de faltas violentas e de cartões não prejudicou o espetáculo. Atrapalhou, no entanto, quem mais fez uso da pancada durante 120 minutos.

O holandês Heitinga foi expulso acertadamente na etapa final da prorrogação. A Espanha, que já vinha dominando o rival, aumentou a pressão com um homem a mais em campo.

E chegou ao gol com o ótimo Iniesta, um dos craques deste Mundial.

Um Mundial, diga-se de passagem, que não teve um Romário, um Ronaldo, um Maradona ou mesmo um Cruyff, que não venceu em 74, mas fez história.

Todavia teve não só Iniesta, mas também Xavi, Forlan, Müller, Sneijder, Oezil, Robben e, vá lá, com um pouco menos de rigor de minha parte, teve também Messi, Luis Fabiano, Luis Suarez, Tiago (ótimo meia português), Donovan e outros.

Foi o Mundial do jogo coletivo, dos bons esquemas táticos e dos jogadores que se multiplicam em campo, casos do atacante holandês Kuit, do zagueiro espanhol Puyol e o do volante alemão Schweinsteiger.

Epílogo

Não sei exatamente como entrará para a história o Mundial da África do Sul. Se um dos melhores ou dos piores dos últimos tempos.

Particularmente, eu gostei bastante. Algumas estrelas deixaram a desejar, assim como algumas seleções. Mas mesmo times que decepcionaram um pouco, como Brasil, Portugal e Argentina, tiveram alguns bons momentos na competição.

O futebol africano também deixou a desejar, mas ao menos um de seus representantes, Gana, foi valente e inspirador.

Chile, Paraguai e Uruguai mostraram serviço, assim como norte-americanos e mexicanos, numa prova de que o futebol eficiente também pode ser jogado do lado esquerdo do Atlântico.

Tivemos alguns excelentes jogos, algumas goleadas históricas e certamente muitos gols e defesas inesquecíveis.

E o que considero muito importante: tivemos um grande campeão, vencendo de maneira limpa e coroando um trabalho fantástico de um grupo diferenciado e um treinador de resultados sensacionais.

A Espanha de Villa, Xavi, Casillas e Iniesta é também a seleção de Vicente Del Bosque, técnico que usou e abusou da categoria de seus comandados, tirando proveito da técnica refinada de uns, da habilidade de outros e da pontaria calibrada de seu principal atacante.

Não quis criar esquemas táticos mirabolantes, facilitando sempre o trabalho de seus atletas dentro das quatro linhas.

Como resultado, a Fúria conseguiu nada menos do que um aproveitamento de 87% de pontos nos 61 jogos que realizou de 2006 (após a Copa da Alemanha) até este domingo.

Foram 52 vitórias, quatro empates e apenas cinco derrotas (três delas no longínquo segundo semestre de 2006).

A Espanha ainda fez dobradinha, ganhando há dois anos a Eurocopa. Apenas a Alemanha, em 72 e 74, havia conseguido ganhar a Copa após vencer a Euro (a França fez o contrário em 98 e 2000, ganhando primeiramente o Mundial).

Não há mesmo como contestar a histórica conquista espanhola.

E é besteira ficar agora tentando colocar defeito nesta fantástica Copa do Mundo. Sei que muitos intelectuais da bola já devem estar fazendo isso. Já este humilde jornalista cheio de defeitos está apenas lamentando o fim de mais um Mundial. E já sonhando com o próximo.

Nos próximos posts, ainda hoje, publicarei minha seleção da Copa e o ranking de gols de clubes.

Até daqui a pouco e parabéns, Espanha!!!

sábado, 10 de julho de 2010

Nos bastidores da notícia - Parte II

Já escrevi algumas vezes que cobrir uma Copa do Mundo é muito mais do que acompanhar a nossa seleção, transmitir jogos, noticiar e comentar os principais fatos do maior evento do futebol mundial.

Estar numa Copa é também poder rever velhos companheiros da imprensa, fazer novos amigos, conhecer antigos e novos ídolos e conviver durante mais de um mês com alguns dos principais nomes da imprensa mundial.

Abaixo, alguns momentos de confraternização nos corredores e estúdios do IBC, o bonito e confortável centro de imprensa internacional da Copa da África do Sul.


Nos estúdios da Rede Globo, com Casagrande (velho companheiro de Transamérica) e os fantásticos narradores Cléber Machado e Luiz Roberto.


Com o sensacional Paulo Soares, o "Amigão" da ESPN Brasil. E não estranhem a bonita camisa que este jornalista está vestindo na foto. Em tempos de Copa do Mundo, abrimos uma exceção para usar camisas de times em locais de trabalho!


Foto histórica no Hotel Mapungubwe, em Johannesburgo. Quase toda a equipe Transamérica reunida em solo sul-africano. Os narradores Éder Luiz, Antonio Edson e Oswaldo Maciel, os repórteres Roberto Carmona, André Galvão e Marco Bello, o apresentador Marcio Bernardes, os comentaristas Henrique Guilherme e José Eduardo Savóia, o diretor superintendente Luiz Guilherme Albuquerque e o operador de som Márcio Sampa, além deste apresentador e blogueiro. Só faltou o craque Neto, mas ele aparecerá em fotos abaixo.


Com o simpático Renato Marsiglia, ex-árbitro e comentarista da Rede Globo


Nos estúdios da Transamérica, também no IBC, com Marco Bello, Roberto Carmona, Oswaldo Pascoal (Rádio Globo), Antonio Edson, Neto e Marcio Bernardes.


Com os amigos da rádio Eldorado/ESPN, no estúdio da mesma: o coordenador Ari Pereira Junior, o âncora Marcelo Di Lallo, o repórter Sergio Loredo, o operador State e o narrador Rogério Vaughan (além de Antonio Edson, da Transamérica FM).


Almoçando no shopping Southgate, com Neto e Antonio Edson.

Mais números sobre a decisão

Espanha x Holanda! Primeira final de Copa dos espanhóis. Terceira dos holandeses. Oitava decisão com duas seleções europeias. Primeira final da história sem a presença de pelo menos um dos quatro maiores finalistas da competição: Brasil (sete vezes finalista), Argentina (quatro), Alemanha (sete) e Itália (seis).

A Holanda repete a façanha das seleções brasileiras de 70 e 2002, que venceram todos os jogos até chegarem à decisão. Outros finalistas que chegaram com 100% de aproveitamento à final foram Argentina (1930), Uruguai (também em 30), Itália (38) e Hungria (54).

Por outro lado, a Espanha mostrou o mesmo poder de recuperação de Alemanha Ocidental (1982), Argentina (1990) e Itália (1994), seleções que perderam na estreia, mas conseguiram dar a volta por cima e chegar à grande decisão.

Sneijder e Villa brigam pelo título e pela artilharia da Copa. Em apenas quatro oportunidades, o campeão do Mundial teve também o artilheiro do torneio: em 34, com o italiano Angelo Schiavo; em 78, com o argentino Mario Kempes; em 82, com o italiano Paolo Rossi; e em 2002, com o brasileiro Ronaldo.

A Holanda jogará neste domingo com o tradicional uniforme laranja. A Espanha terá de jogar de azul.

Em 58, o Brasil conquistou seu primeiro título com seu uniforme de número 2. Com o mesmo azul, a "cor do manto de Nossa Senhora Aparecida", como disse à época o Marechal da Vitória, Paulo Machado de Carvalho.

E um último detalhe interessante: existe a chance de pela primeira vez a Copa do Mundo ser vencida pelo país do campeão do torneio de Wimbledon na mesma temporada. No caso, Espanha e Fernando Nadal.

E por ironia do destino, qual foi até aqui a única equipe que conseguiu bater a Fúria neste Mundial?

A Suíça, de Roger Federer, maior rival de Nadal.