quarta-feira, 7 de abril de 2010

Uma noite especial para o Galera Gol!


E o Troféu APCA de melhor programa de humor vai para: Galera Gol!!!

Não, ao contrário do Oscar, Emmy, Grammy e outras premiações do entretenimento norte-americano, o prêmio concedido anualmente pela Associação Paulista de Críticos de Arte não tem indicados. Você já vai ao prêmio sabendo que levará o troféu para casa.

Até porque, do jeito que brasileiro esnoba premiações, é bem provável que o SESC Pinheiros estivesse vazio ontem (terça-feira), caso os agraciados com a honraria não tivessem a certeza que a receberiam. O que é lamentável.

Como foi lamentável a ausência de tantos premiados. É claro que muitos cariocas, por conta de tudo o que aconteceu no Rio, não conseguiram viajar para São Paulo. Porém, certamente a tragédia na Cidade Maravilhosa acabou servindo de desculpa para outros tantos.

Mas o importante mesmo é que foi uma noite agradável e vitoriosa para a equipe do Galera Gol. E modéstia à parte, o discurso do nosso time, especialmente pelas piadas do Gavião e do Porpeta, foi o mais divertido e informal da noite.

Paloma Tocci estava emocionada e foi breve em suas palavras, dedicando ternamente o prêmio a sua mãe e a sua vó, "uma espanhola que veio ao Brasil e virou corintiana".

Com 38 graus de febre e quase tremendo de frio, Fuzil também se saiu bem e disse que o discurso do Porpeta foi um mini stand-up (ainda bem que sem a participação do "Jenicrílsson").

Vale destacar a simpatia e especialmente o jogo de cintura dos apresentadores Dan Stulbach e Maria Fernanda Cândido, que conseguiram com improviso e inteligência driblar alguns imprevistos (sempre normais em premiações), como a ausência de muitos premiados e a sonolência de alguns discursos.

Enfim, foi uma noite importante pra mim e meus colegas de microfone. Crescemos ouvindo falar do Troféu APCA, de sua importância e dos grandes ícones da cultura e jornalismo que são agraciados com o mesmo.

A partir de ontem, também passamos a fazer parte, mesmo que minimamente, da história do Troféu. Muito obrigado à Associação Paulista de Críticos de Arte e a todos da Rádio Transamérica!

Ah, e depois postarei algumas fotos da noite. Assim que o Gavião me enviar por e-mail (consegui esquecer a câmera em casa).

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Nenhuma camisa vale mais do que uma vida!

Fantástica a atitude dos dirigentes do basquete uruguaio. Eu não conhecia essa história.

Difícil imaginar os dirigentes do futebol brasileiro seguindo esse exemplo. Todavia seria sensacional. Seria um tapa na cara dos vândalos "organizados". Confira o vídeo!

sexta-feira, 26 de março de 2010

Camisa da seleção italiana ganha prêmio de design na Alemanha

A bela e sempre imponente camiza "azzura" da seleção italiana acaba de ganhar um prêmio especial do "Red Dot Award: Product Design 2010", um dos mais importantes concursos mundiais de design

Desenvolvida pela Puma, a camisa que a Squadra Azurra vestirá no Mundial da África do Sul se manteve fiel à tradição, com o clássico azul da Itália com detalhes em branco.

O colarinho tem formato de estrela e um Leopardo (logo da PUMA) saltando aparece no peito direito, apresentado de forma bem visível.

A camisa traz ainda, no peito esquerdo, as quatro estrelas no logotipo oficial da Federação Italiana, simbolizando os quatro títulos da Copa do Mundo.

Segundo o repórter Ivan Drago, especialista em uniformes de seleções e design, o novo manto italiano tem um caimento exclusivo e reflete a força do futebol da terra de Roberto Baggio, Giuseppe Meazza, Paolo Rossi e tantos outros craques:

"O design da nova camisa reflete o caráter moderno e dinâmico do Azzuri. O novo uniforme destaca ainda a coragem, mas com uma articulação diferenciada da força bruta do futebol", explica Drago.

Além da Squadra Azurra, a PUMA é responsável também pelo uniforme de outras seis seleções que estarão na Copa: Camarões, Costa do Marfim, Argélia, Gana, Suíça e Uruguai.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Metamorfose ambulante!

Raul Seixas cantou que preferia ser uma metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.

No futebol, com exceção daqueles comentaristas turrões e teimosos (não são poucos, acreditem!), que ignoram o dinamismo e a velocidade das mudanças no mundo da bola, somos um pouco (ou muito) como o Maluco Beleza.

E a seleção brasileira é um dos temas que mais comprovam o fato.

A cada semana, um novo jogador nos cativa ou um velho craque nos decepciona. E aí passamos a querer um nome diferente para nos representar na Copa do Mundo.

No texto que publiquei abaixo, por exemplo, eu deixei de lado os geniais malabaristas santistas Ganso e Neymar.

Já falei algumas vezes na Transamérica FM que Copa do Mundo nem sempre deve funcionar como laboratório para futuros craques.

Achei ridícula, por exemplo, a convocação de Kaká em 2002. Ele foi chamado por Felipão para ganhar experiência para outras Copas. Mas Alex e Ricardinho (este último, convocado posteriormente, apenas em razão da contusão de Emerson) jogavam muito mais do que o então sãopaulino naquela época e tinham muito mais maturidade para disputar um Mundial.

Tanto é verdade que, mesmo chegando a Ásia depois de Kaká, Ricardinho teve mais oportunidades do que o mesmo.

Só que nos casos de Ganso e Neymar (especialmente o primeiro), começo a acreditar, um tanto quanto embasbacado, que os dois poderiam ser muito mais do que alunos aplicados na África do Sul.

Mais do que ganhar experiência para uma futura Copa, eles poderiam na verdade ganhar essa Copa. E sendo decisivos.

Seria uma aposta. É até possível que ambos não consigam render, diante de tamanha pressão e da falta de entrosamento com os companheiros, nem 20% do que mostram no Peixe.

Mas não vejo hoje no banco de reservas alguém que possa, numa eventualidade, substituir Kaká à altura. Aliás, nem o próprio Kaká, com tantos problemas físicos, aparenta momentaneamente poder jogar o que realmente sabe.

E diante desse problema, Ganso poderia ser a solução.

Já em relação a Neymar, a grande dúvida é quem tirar para convocá-lo. Não seria justo esnobar o futebol de Luiz Fabiano, Nilmar, Adriano ou Robinho, atletas fundamentais para o sucesso de Dunga nos últimos quatro anos.

Nesse momento, eu ainda o deixaria no Brasil. Mas com uma pulga atrás da orelha. E com a trilha sonora de Raul Seixas embalando o raciocínio: "Eu quero dizer agora, o oposto do que eu disse antes".

Ou seja, num próximo texto, de repente o garoto já apareça em minha lista. Difícil mesmo será aparecer na lista do pragmático (e também competente, sério e vitorioso) técnico Dunga.

quarta-feira, 3 de março de 2010

A minha lista!

A relação abaixo não tem a menor chance de ser a lista final do técnico Dunga. Assim, não se trata de um palpite deste jornalista. É apenas a relação dos jogadores que eu levaria à Copa caso fosse o treinador.

Com exceção de um ou outro craque jamais lembrado pelo Capitão do Tetra, nossas escolhas não são tão diferentes assim. Confira abaixo:

Goleiros: Julio César, Victor e Marcos
Laterais: Maicon, Daniel Alves, Michel Bastos e André Santos
Zagueiros: Juan, Lúcio, Miranda e Alex
Volantes: Cristian, Hernanes, Elano (é meia, mas pode jogar no setor, numa emergência) e Felipe Mello
Meias: Kaká, Diego, Ronaldinho e Ramires
Atacantes: Luiz Fabiano, Nilmar, Robinho e Adriano

E lamento não encontrar lugar para os meias Diego Souza e Júlio Batista, os zagueiros André Dias, Luisão, Thiago Silva e Chicão, o lateral Cicinho e os atacantes Ronaldo (ainda longe da forma física ideal) e Neymar (muito jovem, terá outras oportunidades). Todos são jogadores com nível técnico para disputar uma Copa.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

FRASE DO DIA NO TWITTER

Do fantástico humorista Danilo Gentili: "Tiger Woods foi um dos atletas mais amados do mundo por acertar muitos buracos em pouco tempo. Agora deram pra crucificar o cara por isso."

Frases - A poesia do futebol

"O futebol é como o mundo deveria ser: simples, com garantias de liberdade, igualdade e espaço para o talento individual." - do escritor peruano Mário Vargas Llosa

"Linda viagem fez o futebol (no início do século XX): organizado nos colégios e universidades ingleses, alegrou na América do Sul gente que nunca pisou na escola." - do escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano, autor de "Futebol ao sol e à sombra"

"Se há um deus que regula o futebol, esse deus é sobretudo irônico. E Garrincha foi um de seus delegados incumbidos de zombar de tudo e de todos." - do poeta e escritor brasileiro Carlos Drummond de Andrade

"Eu me apaixonei por futebol da mesma maneira que depois me apaixonei por mulheres: de repente, inexplicavelmente, sem crítica, sem dar importância à dor e ao transtorno que isso traria." - do escritor inglês Nick Hornby, autor dos best-sellers "Febre de Bola" e "Alta Fidelidade"