sexta-feira, 11 de junho de 2010

Brancos e negros, juntos, vibrando com os Bafana Bafana

O video abaixo foi feito nesta tarde pelo repórter André Galvão, nas numeradas do Soccer City, durante a execução do hino nacional da África do Sul.

Reparem, já na segunda metade do video, na bela imagem de brancos e negros cantando juntos o hino. Sem divisões, sem ressentimentos, sem mágoa.

Nem sempre é assim no dia-a-dia do povo sul-africano. Mas com a bola rolando, a integração de raças, povos e credos distintos flui naturalmente.

Mais um gol marcado pelo esporte mais popular do planeta!

África do Sul x México - Festa da torcida na chegada ao Soccer City











Fotos: Thomaz Rafael

Sufoco pra chegar hoje ao IBC

Que sufoco pra chegar nesta manhã aqui no IBC (centro de imprensa), localizado ao lado do estádio Soccer City, em Johannesburgo.

Seis horas antes do jogo de abertura do Mundial (África do Sul x México), já era praticamente impossível andar mais do que 100 metros num intervalo de dez minutos.

Com tudo parado, tive de largar o carro com meu amigo Roberto Carmona, repórter da Transamérica FM, e andar cerca de dois quilômetros até o IBC pra conseguir chegar a tempo de abrir o programa Transamérica na Copa.

Enquanto andava, deu pra fazer um pequeno video, mostrando a festa de mexicanos e sul-africanos, além do trânsito caótico.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Papo de Craque no estúdio Transamérica na África!

E o trabalho segue aqui no centro de imprensa, em Johannesburgo! Agora pela manhã (início de tarde aqui na África), apresentei o Transamérica na Copa. Mais tarde, farei o Papo de Craque 2.

Pra todos os leitores do blog terem uma ideia de como fazemos nosso trabalho aqui no IBC (International Broadcasting Center), segue abaixo um video feito por mim durante o Papo de Craque 1 de ontem (terça-feira).

Aparecem na filmagem o operador de som Marcio Sampa e os repórteres Marco Bello (apresentando o programa), André Galvão e Roberto Carmona.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Mais do IBC

Seguem mais algumas fotos do IBC, aqui em Johannesburgo, mas agora do lado de fora dos estúdios. Aliás, é a área mais bonita do local, com muitas árvores, restaurantes, escritórios da FIFA para apoio logístico aos veículos de comunicação e até um cinema 3D, onde serão exibidos os jogos do Mundial.

Abaixo das fotos, um video bem curto com uma rápida tomada de uma parte desta área.







segunda-feira, 7 de junho de 2010

As primeiras fotos no IBC, em Johannesburgo

Depois de quase quarenta horas de viagem - incluindo aí uma agradável passagem por Zurich, na Suíça -, chegamos na manhã desta segunda-feira a Johannesburgo, na África do Sul.

E aí, como sempre acontece em coberturas de Copas do Mundo, teve início uma maratona. Aluguel de carro ainda no aeroporto, check-in no hotel, credenciamento no IBC (International Broadcasting Center), aluguel de celular, as primeiras gravações, almoço rápido no próprio Centro de Imprensa e finalmente, o primeiro Papo de Craque segunda edição feito ao vivo aqui da África.

Aliás, estamos no ar neste momento (eu, Antonio Édson, Roberto Carmona e Eduardo Savóia).

Opa, voltando do intervalo. Seguem abaixo as primeiras fotos em nossos estúdios, tiradas agora há pouco. Abração!





segunda-feira, 31 de maio de 2010

Um time que joga (e fala) muito

A vitória diante do poderoso e temido campeão paulista mostrou a maturidade, dentro e fora de campo, de alguns jogadores corintianos.

É certo que reações maduras e racionais surgem mais facilmente no triunfo do que no fracasso. Mesmo assim, há de se ressaltar o respeito do time de Mano Menezes perante a melhor equipe do futebol brasileiro na atualidade.

O Corinthians soube valorizar a importantíssima conquista dos três pontos.

Ainda no gramado, Bruno César e outros elogiaram o rival, referindo-se ao mesmo como melhor time do País.

Dentinho e Ralf brincaram na comemoração do terceiro gol, mas deixaram o gramado numa boa, sem gozações, confraternizando-se com os adversários. Ralf chegou a dizer que respeita demais o Santos.

Do outro lado, se dentro de campo o time santista não deu botinadas e caiu de pé, lutando até os segundos finais, faltou um pouquinho de fair-play nas entrevistas.

Marquinhos e Leo reclamaram demais da arbitragem. O primeiro já até profetizou que o Timão serão favorecido em todos os jogos no Pacaembu.

Esqueceu-se apenas que nesse mesmo estádio um gol legítimo do Santo André foi anulado há algumas semanas, justamente contra o Peixe, na decisão do Paulistão.

O gol de Marquinhos foi legal? Há controvérsias. Se eu validaria o mesmo? Com toda certeza.

Já que mesmo cinco mil replays em câmera lenta não foram capazes de tirar a dúvida coletiva, por que eu teria essa certeza no momento exato do lance?

Dizem que a tal recomendação da FIFA de "na dúvida, pró ataque" é lenda urbana. Não importa. Se nem mesmo o replay chega a uma conclusão, este jornalista, humildemente, conclui que alguns centímetros pra frente ou para trás não foram fundamentais para a marcação do gol.

No entanto, a dificuldade do lance impede a constatação de que um grande erro foi cometido.

Mas outra constatação que faço - a de que o time santista fala demais - é fruto dos exageros de alguns jogadores como Leo (sempre irritado com alguma coisa, sempre querendo dar "respostas" aos críticos), Ganso (que um dia bateu em Ronaldo apenas para "mostrar quem mandava na Vila") e Neymar (prometeu um novo chapéu em Chicão).

A crítica é construtiva. O time do Santos tem em seu sistema defensivo um já conhecido calcanhar de aquiles.

Para evitar um tropeço na decisão da Copa do Brasil, após a Copa, e continuar buscando a Tríplice coroa (que é um sonho bem possível), comissão técnica e jogadores deverão se empenhar muito mais em corrigir notórias falhas do que em reclamar da arbitragem.

Até porque esse time de garotos, tendo uma defesa mais arrumadinha, torna-se quase imbatível. Basta lembrar que em suas maiores derrotas na temporada (nos clássicos para Palmeiras e Corinthians e nas decisões diante de Atlético e Grêmio), o time sempre marcou muitos gols.

Tivesse sua defesa atuado de uma maneira um pouquinho mais regular e a equipe estaria invicta há uns quatro meses.