segunda-feira, 7 de junho de 2010

As primeiras fotos no IBC, em Johannesburgo

Depois de quase quarenta horas de viagem - incluindo aí uma agradável passagem por Zurich, na Suíça -, chegamos na manhã desta segunda-feira a Johannesburgo, na África do Sul.

E aí, como sempre acontece em coberturas de Copas do Mundo, teve início uma maratona. Aluguel de carro ainda no aeroporto, check-in no hotel, credenciamento no IBC (International Broadcasting Center), aluguel de celular, as primeiras gravações, almoço rápido no próprio Centro de Imprensa e finalmente, o primeiro Papo de Craque segunda edição feito ao vivo aqui da África.

Aliás, estamos no ar neste momento (eu, Antonio Édson, Roberto Carmona e Eduardo Savóia).

Opa, voltando do intervalo. Seguem abaixo as primeiras fotos em nossos estúdios, tiradas agora há pouco. Abração!





segunda-feira, 31 de maio de 2010

Um time que joga (e fala) muito

A vitória diante do poderoso e temido campeão paulista mostrou a maturidade, dentro e fora de campo, de alguns jogadores corintianos.

É certo que reações maduras e racionais surgem mais facilmente no triunfo do que no fracasso. Mesmo assim, há de se ressaltar o respeito do time de Mano Menezes perante a melhor equipe do futebol brasileiro na atualidade.

O Corinthians soube valorizar a importantíssima conquista dos três pontos.

Ainda no gramado, Bruno César e outros elogiaram o rival, referindo-se ao mesmo como melhor time do País.

Dentinho e Ralf brincaram na comemoração do terceiro gol, mas deixaram o gramado numa boa, sem gozações, confraternizando-se com os adversários. Ralf chegou a dizer que respeita demais o Santos.

Do outro lado, se dentro de campo o time santista não deu botinadas e caiu de pé, lutando até os segundos finais, faltou um pouquinho de fair-play nas entrevistas.

Marquinhos e Leo reclamaram demais da arbitragem. O primeiro já até profetizou que o Timão serão favorecido em todos os jogos no Pacaembu.

Esqueceu-se apenas que nesse mesmo estádio um gol legítimo do Santo André foi anulado há algumas semanas, justamente contra o Peixe, na decisão do Paulistão.

O gol de Marquinhos foi legal? Há controvérsias. Se eu validaria o mesmo? Com toda certeza.

Já que mesmo cinco mil replays em câmera lenta não foram capazes de tirar a dúvida coletiva, por que eu teria essa certeza no momento exato do lance?

Dizem que a tal recomendação da FIFA de "na dúvida, pró ataque" é lenda urbana. Não importa. Se nem mesmo o replay chega a uma conclusão, este jornalista, humildemente, conclui que alguns centímetros pra frente ou para trás não foram fundamentais para a marcação do gol.

No entanto, a dificuldade do lance impede a constatação de que um grande erro foi cometido.

Mas outra constatação que faço - a de que o time santista fala demais - é fruto dos exageros de alguns jogadores como Leo (sempre irritado com alguma coisa, sempre querendo dar "respostas" aos críticos), Ganso (que um dia bateu em Ronaldo apenas para "mostrar quem mandava na Vila") e Neymar (prometeu um novo chapéu em Chicão).

A crítica é construtiva. O time do Santos tem em seu sistema defensivo um já conhecido calcanhar de aquiles.

Para evitar um tropeço na decisão da Copa do Brasil, após a Copa, e continuar buscando a Tríplice coroa (que é um sonho bem possível), comissão técnica e jogadores deverão se empenhar muito mais em corrigir notórias falhas do que em reclamar da arbitragem.

Até porque esse time de garotos, tendo uma defesa mais arrumadinha, torna-se quase imbatível. Basta lembrar que em suas maiores derrotas na temporada (nos clássicos para Palmeiras e Corinthians e nas decisões diante de Atlético e Grêmio), o time sempre marcou muitos gols.

Tivesse sua defesa atuado de uma maneira um pouquinho mais regular e a equipe estaria invicta há uns quatro meses.

Uma imagem e algumas palavras

sexta-feira, 28 de maio de 2010

CINEMA - A força do esporte

"O que passou, passou. Olhemos agora para o futuro". A frase é do líder sulafricano Nelson Mandela e foi dita logo após o mesmo assumir a presidência do país, apenas quatro anos depois de ser libertado da prisão, vítima do famigerado Apartheid.

Esta é apenas uma das frases de efeito de Invictus, filme mais recente de Clint Eastwood e certamente um dos mais belos de sua filmografia. Há quem diga que o diretor abusou dos clichês sentimentais, mas como não exagerar na dose ao contar a história de um dos maiores personagens do século XX, um líder carismático eleito para tentar diminuir o enorme abismo social e até mesmo cultural que dividia a África do Sul?

Isso tudo depois de 26 anos na prisão, condenado por pregar a igualdade entre as raças negra e branca. O que era um crime na década de 60 acaba virando a principal meta do governo de Mandela.

E ao mesmo tempo um desafio, já que é necessário saciar o apetite dos negros por oportunidades e uma total mudança política, não deixando de lado os direitos da minoria branca. Sem falar na luta para minimizar nos negros um possível sentimento de revanchismo.



Então "Invictus" se trata simplesmente de um filme sobre o mais importante capítulo político da história da África do Sul? Sim e não.

A trajetória de Mandela e as mudanças no país são mostradas, mas tudo a partir de uma espécie de metáfora esportiva.

E aí entram em cena dois excepcionais atores: Morgan Freeman (pela terceira vez dirigido por Eastwood), interpretando de maneira visceral o líder negro, e Matt Damon, que também impressiona no papel de Francois Pienaar, capitão da seleção nacional de rugbi, o esporte mais popular do país.

A união dos dois e a tentativa de transformar o rugbi num esporte para negros simboliza uma nova perspectiva no convívio entre as duas raças.

Mais do que isso, uma eventual vitória na Copa do Mundo da modalidade, que pela primeira vez acontecerá em solo sul africano (coincidentemente, quinze anos depois a África terá também sua primeira Copa de futebol) representaria o triunfo da nova política no país.

Com pouco mais de duas horas de duração, o DVD do filme chega às locadoras neste mês de junho. Se você perdeu no cinema, não deixe de ver em casa.

Até mesmo as cenas de rugbi, esporte pouquíssimo popular por aqui, são empolgantes. Até porque a causa é mais do que nobre.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

IMPERDÍVEL

O comercial abaixo é da emissora argentina TyC Sports. Vale a pena conferir. SENSACIONAL!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Os Esquecidos



Paulo Henrique Ganso e Neymar, como se sabe, são apenas mais dois nomes valiosos esnobados por treinadores de seleção brasileira em Copas do Mundo.

Já falei bastante sobre o tema na Transamérica FM e não será a primeira vez que citarei no blog outros exemplos de injustiças na história da seleção.

Abaixo, apenas onze ídolos renegados (e as Copas nas quais poderiam ter brilhado), formando uma seleção canarinho de esquecidos!

1 - Ronaldo (Copas de 1990 e 1994)
2 - Carlos Alberto Torres (1966)
3 - Djalma Dias (1970)
4 - Roberto Dias (1966)
6 - Wladimir (78 e 82)
5 - Falcão (1978)
8 - Dirceu Lopes (66 e 70)
10 - Neto (1990)
7 - Renato Gaúcho (1986)
9 - Friedereich (1930)
11 - Canhoteiro (1958)

terça-feira, 11 de maio de 2010

Skank faz enquete para definir repertório de novo DVD

Os fãs da banda mineira Skank poderão ajudar os quatro integrantes a definir o repertório de seu terceiro DVD. A gravação está marcada para o Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, no dia 19 de junho.

O grupo pretende lançar este novo trabalho, intitulado "Skank no Mineirão - Multishow ao Vivo", também em CD ao vivo e Blu-Ray.

Ao todo, 32 canções foram pré-selecionadas pela banda em seu site oficial. A partir delas, cada internauta poderá escolher 20 músicas de sua preferência.

As mais votadas estarão no set list do DVD, que deve estar nas lojas no segundo semestre. Os fãs podem votar até o dia 16 de maio.

Abaixo, meu Top 10 com as dez melhores canções do quarteto de BH:

1 - Vou Deixar
2 - Três Lados
3 - Dois Rios
4 - Amores Imperfeitos
5 - Te Ver
6 - Tão Seu
7 - Uma Canção É pra Isso
8 - Um Mais Um
9 - Garota Nacional
10 - Sutilmente