sexta-feira, 26 de junho de 2009

Kleiton & Kledir quebram tabu de duas décadas


Parece incrível, mas a talentosa dupla Kleiton & Kledir não lança um trabalho apenas com canções inéditas desde 1986.

O último CD dos gaúchos, por exemplo, havia sido "Ao Vivo", projeto lançado também em DVD, em 2006, trazendo apenas sucessos consagrados do duo, como "Deu pra Ti", "Maria Fumaça" e "Vira Virou".

Porém, o "tabu" de mais de duas décadas está para ser quebrado. Em julho, chega às lojas "Autorretrato" (Som Livre), CD e DVD que celebram os mais de 30 anos de carreira dos irmãos gaúchos.

Produzido por Paul Ralphes, o novo trabalho traz novidades como "A Dança do Sol e da Lua", "Polca Loca", "Estrela Cadente", "Só Liguei", "Na Correnteza do Rio", "História de Amor" e "Pelotas".

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Ná Área - Éder Jofre



Sempre digo que um dos grandes baratos de ser jornalista esportivo é poder conhecer e conversar com grandes ídolos. E em pouco mais de quinze anos de carreira no rádio, já tive a oportunidade de entrevistar figuras importantes não só do esporte, mas também da música, cinema, televisão, jornalismo e cultura em geral.

Nomes carismáticos e competentes das mais diversas áreas, tais como o saudoso humorista Bussunda, os ex-levantadores da seleção brasileira de vôlei Maurício e William, a cantora cubana Gloria Estefan, o cantor e compositor Toquinho e ainda Magic Paula, Montanaro, Oscar Schmidt, Aurélio Miguel, Giovana Antonelli, Ana Mozer, Zico, Casagrande, José Roberto Guimarães, Leandrinho, Denise Fraga, Britto Jr., Marcos Mion, Roger (Ultraje a Rigor), Rivelino, Hermano Henning, Padre Marcelo Rossi e Serginho Groissman, entre tantos outros.

Há algumas semanas, apresentando o programa Esquenta (Transamérica FM), tive a felicidade de encontrar um verdadeiro mito do esporte brasileiro: o bi-campeão mundial de boxe Éder Jofre! Foi mais um momento marcante pra mim. Como jornalista, claro, mas também, e provavelmente muito mais, como um apaixonado por esporte.

Em minha opinião, Éder é um dos dez maiores nomes do esporte nacional em todos os tempos. Do mesmo nível dele, no que diz respeito a conquistas, carisma e importância mundial na modalidade que praticou, o Brasil só teve Adhemar Ferreira da Silva, Hortência, Paula, Oscar, Robert Scheidt, Gustavo Kuerten e Maria Esther Bueno, além dos campeões de Fórmula 1, Pelé e alguns outros craques maravilhosos do futebol, basquete e vôlei.

Mesmo assim, Éder está à frente da maioria dos nomes citados. Até hoje, em quase todas as publicações internacionais especializadas, é citado como um dos dez maiores pugilistas de todos os tempos, contando todas as categorias.

E pra minha surpresa, o entrevistado tão especial se mostrou uma pessoa absolutamente simples e bem humorada. Fora do ar, fez seguidas piadas e brincou com todos que estavam na rádio. A mesma simpatia mostrou aos ouvintes, com respostas divertidas, sinceras e, muitas vezes, emocionadas.

Naquele domingo com o grande campeão da chamada "nobre arte", eu não simplesmente trabalhei e comandei um programa. Na verdade, deliciei-me conhecendo um pouco mais da história do ex-pugilista e aprendendo suas valiosas lições.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Nando Reis no Galera Gol


Celebrando os seis anos do Galera Gol, faremos um programa super especial nesta noite (terça-feira), diretamente do Estúdio Ao Vivo Transamérica.

Com direito a participação especial do cantor, compositor e tricolor Nando Reis, que se apresentará ao vivo. O ex-titã tocará seus grandes sucessos, mostrará algumas canções inéditas de seu novo CD, "Drês", e claro, falará muito de futebol.

O programa começa hoje em seu horário normal, a partir das 19h30. Até mais tarde então, galeragolmaníacos!!!

Hey Paul!!!!



Ex-beatle, baixista perfeito, ótimo intérprete, autor de dezenas de clássicos antológicos (lançados pelo grupo de Liverpool e em carreira-solo) e meu artista preferido entre tantos ícones da música, Paul McCartney deve vir ao Brasil em 2010!

A informação foi publicada pelo jornalista Lauro Jardim em seu blog e sua coluna na revista Veja.

Paul deve realizar dois shows por aqui: um em São Paulo e outro em Brasília.

Acima, você vê o pôster promocional do show que o músico realizará em Nova York, no dia 17 de julho.

Eu recebi o release deste show pela newsletter do site oficial do artista. Iria postar a foto aqui no blog, com a manchete: "Que inveja dos yankees!".

Mas agora, com esta maravilhosa notícia, deixo a ansiedade substituir a inveja. Começa a contagem regressiva para o retorno de Paul ao Brasil.

O ex-beatle já veio duas vezes pra cá: na primeira oportunidade, em 1990, fez show apenas no Maracanã, para mais de 180 mil pessoas; na segunda, tocou em Curitiba e aqui em São Paulo, no Estádio do Pacaembu.

Eu estava lá. E ouví-lo tocar "Hey Jude" foi mais emocionante do que a maioria dos gols corintianos que eu presenciei no mesmo palco.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Enquanto isso, na África do Sul...



Para os "galeragolmaníacos" que estão com saudade da apresentadora e repórter Paloma Tocci, segue uma foto da nossa querida amiga no Loftus Versfeld Stadium, em Pretória.

Paloma fica na África do Sul até o final da Copa das Confederações (a decisão é no próximo domingo), mas retorna ao Brasil na semana que vem. E deve voltar ao Galera Gol na sexta-feira, dia 3 de julho.

Prometendo contar os bastidores da cobertura do evento, da seleção brasileira (que aliás, vive uma fase fantástica, para desespero dos inimigos de Dunga) e do país que sediará a 19ª edição da Copa do Mundo.

Inversão de papéis

Há pouco menos de dois anos, Corinthians e São Paulo se enfrentaram no Morumbi, pelo segundo turno do Brasileirão de 2007, vivendo situações totalmente antagônicas. Algo, aliás, bastante rotineiro na história do clássico.

Na oportunidade, o Tricolor precisava de mais alguns pontinhos para conquistar o bicampeonato nacional, enquanto o adversário necessitava de muitos pontos para se livrar de um vexatório rebaixamento. Além disso, o time do Morumbi não perdia do rival há mais de quatro anos.

Surpreendentemente, o Coringão venceu aquela partida por 1 x 0, quebrando assim o indigesto tabu. Não conseguiria se livrar do calvário da Série B, como bem sabemos, mas deu início naquela tarde de domingo a um novo tabu.

E quem poderia imaginar que 20 meses depois, na primeira vez que as equipes se enfrentariam pela Série A, desde aquele triunfo alvinegro, os papéis estariam totalmente invertidos.

O Corinthians vinha de um grande resultado no primeiro jogo da decisão da Copa do Brasil, vinha também de um título estadual invicto e de duas vitórias seguidas sobre o rival nas semifinais do Paulista, além de um tabu de seis jogos e mais de dois anos sem derrota para o Tricolor.

Enquanto que o São Paulo chegava ao jogo sem treinador, sem a principal contratação para a temporada (Washington, afastado por má fase física), com apenas uma vitória nos últimos oito jogos e apenas três dias depois de mais uma eliminação na Libertadores.

Números e fatos que dariam o favoritismo ao Timão, certo? Talvez, mas o que se viu no primeiro tempo, no jogo de ontem no Pacaembu, foi um Tricolor mais focado, mais vibrante, ganhando todas as divididas e controlando as ações do jogo.

Só que neste clássico, quase sempre o time que vive situação mais tranquila acaba vencendo. Foi assim nas seguidas vitórias tricolores entre 2004 e 2007. E foi assim no triunfo mosqueteiro de ontem.

Deu tudo errado pro São Paulo. Gols perdidos, um penal não marcado e um contra-ataque mortífero do rival, no final do primeiro tempo.

Parecia que o time corintiano sabia que os gols eram questão de tempo. E seus atletas voltaram ainda mais descontraídos pra etapa final, só que com um toque de bola mais consistente. O Tricolor sentiu então a pressão das recentes derrotas e apenas observou Chicão e Jucilei ampliarem a vantagem. Nem o gol de honra do esforçado Richarlyson colocou fogo no jogo.

O Corinthians de Mano Menezes vive uma fase encantada, enquanto nada parece dar certo para o São Paulo, que neste momento, não é de ninguém. Será de Ricardo Gomes, a partir de amanhã.

Boa sorte ao novo treinador. Há muito trabalho pela frente, mas ótimos jogadores para comandar.

Arrumar a defesa, juntando os cacos de um time marcado por improvisações e experiências das mais diversas nos últimos meses, é a primeira tarefa. E talvez a mais fácil.

Feito isso, Gomes terá de criar um padrão de jogo mais criativo aos volantes e meias do time, que tem mostrado um futebol absolutamente sem imaginação. E definir uma dupla de ataque titular, seja ela qual for.

Muricy merece uma estátua no Morumbi, tendo feito um trabalho brilhante nos últimos três anos. Mas estava errando demais, desde o Brasileirão de 2008 (apesar do título conquistado com inteira justiça).

Talvez a mudança de técnico seja positiva ao time. Assim como é positiva a demonstração de gratidão da torcida ao ex-treinador. Ter seu nome gritado no Pacaembu, mesmo após ser demitido, é provavelmente uma glória inédita na carreira de Muricy. E raríssima no futebol brasileiro.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Conta de mentiroso



Nota do Jornal da Tarde para a fantástica atuação do goleiro Felipe na vitória corintiana sobre o Internacional, na última noite: 7

Nota deste jornalista que vos escreve para quem deu essa nota 7: 0

O que Felipe precisaria ter feito para levar um "8" ou "9"??? Não levar gol, fazer quatro ou cinco defesas muito difíceis, duas delas a menos de dois metros do atacante? Bem, tudo isso ele fez.

Talvez tenha faltado defender um penalti ou fazer um gol de tiro de meta...