segunda-feira, 25 de maio de 2009

TABELINHA - FOFÃO


Nome: Helia Rogério de Souza Pinto (Fofão)

Idade: 39 anos

Posição: levantadora

Principal título: campeão olímpica em 2008

Planos para quando deixar as quadras: continuar trabalhando em outros segmentos do vôlei

Time de futebol do coração: Corinthians

Ídolo no esporte: Maurício (ex-levantador da seleção brasileira)

Ídolo na música: Exaltasamba

Novela: A Favorita

Prato preferido: Lasanha

Sonho de consumo: Casa na praia


Na foto abaixo, a jogadora e eu durante o programa Esquenta, no estúdio da Transamérica.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Herbert Vianna planeja disco solo


O vocalista e guitarrista Herbert Vianna pretende gravar em breve seu terceiro CD solo.

O líder dos Paralamas quer reunir um repertório de músicas que escreveu e nunca gravou: "São composições que fiz para outros artistas. Cantoras, em sua maioria. A idéia é fazer um disco simples, basicamente com voz e violão", explica.

Herbert, Bi Ribeiro e João Barone estão atualmente em turnê de divulgação do novo CD do trio, "Brasil Afora" (EMI).

Mal-agradecido

Não é de hoje que o goleiro Marcos mostra transparência em suas entrevistas. Especialmente depois de grandes derrotas, quando critica rispidamente o desempenho do time.

Alguns conselheiros do Verdão acham que ele poderia pegar mais leve e até concordam com o técnico Vanderlei Luxemburgo, que vive reclamando do destempero do arqueiro.

Mesmo assim, não pegou bem o fato do treinador ter voltado a criticar o jogador após a vitória nos penais sobre o Sport, pela Libertadores.

Após uma atuação espetacular do goleirão (fez defesas milagrosas no tempo normal e depois pegou três penais), Luxemburgo poderia ter apenas o elogiado.

Ao invés disso, afirmou que sabe que pode contar com Marcos dentro de campo, mas que só se preocupa quando ele abre a boca pra falar mal do time. "Aí é um perigo", brincou.

A declaração irritou alguns cartolas. "Numa noite em que Marcos salvou a pele do treinador, este poderia ter evitado qualquer crítica", comentou um conselheiro palestrino.

Sempre o calendário...


Como sempre acontece, o calendário equivocado do futebol brasileiro volta a prejudicar os times que mais se destacam. Nestes meses de maio e junho, enquanto os clubes europeus estarão em férias, nossos times estarão desfalcados pela seleção, jogando partidas importantes da Copa do Brasil e da Libertadores.

É uma vergonha. O Santos já perdeu uma Libertadores por isso. Foi eliminado pelo Atlético/PR, em 2005, por estar sem seus principais craques, todos servindo na época a seleção.

O Cruzeiro corre agora o mesmo risco: não terá Ramires na fase decisiva, convocado por Dunga para a Copa das Confederações.

Assim como o Corinthians não terá André Santos nas semifinais da Copa do Brasil. O lateral ganhou com justiça sua primeira chance na seleção. Mesmo que venha exagerando ultimamente nos toques displicentes.

Porém, trata-se de um atleta decisivo, goleador e com técnica apurada. Fará falta ao Timão.

Assim como Kléber e especialmente Nilmar, também lembrados por Dunga, farão falta ao Inter na mesma Copa do Brasil.

Mais sorte deu o São Paulo, que não perdeu Miranda (para muitos, a convocação do beque era certa) e ainda enfrentará a Raposa desfalcada.

Além do convocado Ramires, o Cruzeiro perdeu ainda o meia Vagner, machucado.

Aqueles que até então achavam que o time mineiro era favorito absoluto no confronto, talvez agora tenham nova opinião.

Jogar pela seleção é um feito admirável, um orgulho na carreira de qualquer jogador. Nenhum deles deve abrir mão desta honra.

Porém, a vitória pessoal dos atletas acaba passando por cima do bom trabalho feito pelos clubes, responsáveis pelo salários destes craques.

Já passou na hora de mudarmos nosso calendário e evitarmos essa corriqueira injustiça nos gramados.

P.S. A foto acima, extraída do tradicionalíssimo calendário da Pirelli, é da brasileira Gisele Bundchen, se é que o simpático leitor ainda não havia notado.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Uruguaios do Silicon Fly lançam CD no Brasil


Destaque no cenário musical uruguaio, a banda Silicon Fly canta em inglês e já pode ser ouvida na Transamérica e em outras emissoras de rádio FM do segmento pop em São Paulo.

O grupo está lançando por aqui o álbum "Find a Way", com destaque para a instrumental "Origin" e ainda as faixas "Nothing Left to Say", "Lose Control" e "Hollow Heart".

Gostei bastante do primeiro single, "Searching", que pode ser conferido abaixo, em video do youtube.

O Silicon Fly é a segunda banda uruguaia que tenta ganhar as paradas brasileiras. A primeira, No Te Va Gustar, chegou a fazer alguns shows com o Nenhum de Nós, mas ainda não conseguiu emplacar.

Pelo menos por enquanto, os jogadores de futebol uruguaios (De Leon, Lugano, Rodolfo Rodrigues, Pedro Rocha etc...) fazem mais sucesso por aqui do que seus compatriotas do rock.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Um corintiano com passaporte, em show histórico na Toscana!


Ser elogiado por Andrea Bocelli e ter seu repertório amplamente conhecido pelo tenor italiano já eram razões suficientes para o cantor e compositor Toquinho se orgulhar.

Ter se apresentado com o artista, ao vivo, no Parque da Independência, em São Paulo, há alguns dias, também foi uma alegria especial para o brasileiro.

Porém, Andrea Bocelli acaba de dar outra prova de sua enorme admiração por Toquinho. O brasileiro está entre os quatro convidados de Bocelli para um grande concerto, que será realizado no dia 18 de julho, no Teatro do Silêncio. Trata-se de um anfiteatro, construído pelo próprio tenor, na cidade de Lajatico, na região da Toscana.

O nome do teatro nasceu em razão do local tranquilo onde o mesmo se localiza. Segundo Bocelli, nos dias e noites sem shows, o local "se nutre apenas do harmonioso som do silêncio da natureza".

Os outros três convidados do show são da "série A" da música mundial: a canadense Celine Dion, o espanhol Placido Domingo e a italiana Laura Pausini.

Os torcedores rivais costumam dizer que o Corinthians não tem passaporte. Verdade ou não, um de seus mais ilustres seguidores tem muito mais do que passaporte e carimbos de entrada em dezenas de países.

Toquinho é um orgulho nacional, tem admiradores por todas as partes do mundo e mais uma vez representará com talento a música brasileira no exterior.

No dia 18 de julho, estará ao lado de outros três torcedores apaixonados por futebol: Bocelli (fanático pela Internazionale), Domingo (apaixonado pelo Real Madrid) e Laura Pausini (fiel seguidora do Milan).

Contando ainda com Celine Dion (que como boa canadense, não tem time de futebol, mas torce para o Montreal Canadiens, do hóquei), uma mini Copa do Mundo da música acontecerá em solo toscano!

Há mais mistérios entre o céu e a Conmebol...


A guerra civil na ex-Iugoslávia impediu a participação do país na Euro 92. Uma vaga tardia caiu então no colo da Dinamarca e o time de Laudrup, sem muita pressão, chegou à decisão, bateu os alemães e conquistou o título.

Recordo a conquista do país de Hamlet para lamentar os "saltos" dados por São Paulo e Nacional na atual Libertadores.

Faltou rapidez à Conmebol para decidir o que fazer com os jogos São Paulo x Chivas e Nacional x San Luis. Se os voos diários entre Brasil e México não foram cancelados, não havia razão para o cancelamento destes confrontos.

Tudo bem, eu não gostaria de viajar hoje ao México. Assim como repórteres do mundo todo que, no entanto, são obrigados a cobrir as novidades no "epicentro" da epidemia.

O fato é que as pessoas seguem viajando até lá e os mexicanos seguem viajando para o resto do planeta.

E pior do que a Conmebol impedir a realização dos jogos no país, foi a entidade não ter classificado as equipes que ficaram com o terceiro lugar nas chaves de San Luis e Chivas.

Desta maneira, São Paulo e Nacional perderam dinheiro (deixaram de faturar com a renda dos jogos nas oitavas), as emissoras de tevê perderam quatro transmissões e os outros seis clubes que passaram de fase correram riscos, tais como contusões e suspensões, que São Paulo e Nacional não tiveram de enfrentar.

Ganhar por W.O. em pleno século XXI é algo fora de moda. Nota zero pra Conmebol e nota dez para o goleiro Marcos, até aqui o grande nome desta segunda fase do torneio.

Ao contrário do Tricolor, o Verdão suou muito nas oitavas. Ganhou do Sport com justiça em casa, mas foi horroroso no Recife.

Luxemburgo e os jogadores sabem que devem a classificação ao arqueiro.

E o Palmeiras sabe que se repetir o futebol do segundo jogo não terá chance na competição. Por outro lado, as façanhas de Marcos encheram a equipe de moral.

Uma motivação que seu próximo adversário (Nacional) e o São Paulo não tiveram como ganhar.

Diria então o supra-citado personagem de Shakespeare: "ser ou não ser, eis a questão".