terça-feira, 21 de outubro de 2008

O "pneu gigante" de Munique




Conheci o Allianz Arena, na belíssima Munique, em janeiro de 2006. Construído para a Copa do Mundo que seria realizada no mesmo ano, o estádio começou a ser usado alguns meses antes.

Na oportunidade, fiquei apenas 24 horas na capital da Bavária, mas fiz questão de conhecer a nova casa do Bayern de Munique. E também do Munique 1860, a outra equipe da cidade.

Quando cheguei ao estádio (de metrô, fazendo o trajeto do centro histórico da cidade até o local em mais ou menos 30 minutos), por volta das 19h, descobri que o 1860 estava jogando naquele exato momento. Pura sorte. Bem, seria ainda maior se o Bayern estivesse em campo. Mas aí já seria querer demais.

Os termômetros marcavam 7 graus negativos, eu e minha esposa estávamos cansados (havíamos chegado do Brasil naquela manhã, enfrentando portanto 12 horas de avião), mas não dava pra desperdiçar a chance de entrar naquele novo marco arquitetônico, pelo menos no que se refere a arenas multiuso.

Como minha mulher é arquiteta, seu interesse pelo local foi maior do que a vontade de pedir para eu esquecer um pouco o futebol durante nossas férias. E assim, pagamos cerca de 8 euros por cada ingresso (não estranhe o baixo valor, já que a partida era de segunda divisão) e fomos pro jogo.

Ou melhor, fomos pra Arena, já que não assistimos nem a 20 minutos da horrorosa partida em disputa (que aliás, terminou 0 x 0). Demos uma volta pelas arquibancadas, como se estivéssemos fazendo um tour, comemos um cachorro-quente, vimos o time da casa perder um penal e resolvemos voltar pro hotel.

Diversão mais do que suficiente naquela noite. Uma das fotos mostra a cor azul predominante pelo lado externo do estádio. É a cor do Munique 1860. Já quando o Bayern está em campo, o vermelho toma conta da fachada. E quando joga a seleção alemã, prevalece a cor branca.

Munique tem muitos outros atrativos: a linda Marienplatz (considerada uma das praças mais belas da Europa), as torres da igreja Frauenkirche, o Residenz (antiga residência dos reis da Baviera), o Englisher Garten (parque público maravilhoso), as tavernas antigas (especialmente durante a Oktoberfest) e tantos outros cenários deslumbrantes.

Para os amantes da bola, o Allianz Arena entra com facilidade nesta lista. E se você for a Munique, não deixe de conhecer também o Estádio Olímpico, palco principal dos Jogos de 1972. Quem falou que não dá pra matarmos saudade da bola em nossas férias?

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

TABELINHA - Caco (NX Zero)


O enorme sucesso das canções "Razões e Emoções" e "Pela Última Vez" transformou o NX Zero num dos principais grupos do rock nacional. Formada por Caco Grandino (baixo), Gee Rocha (guitarra e vocais), Di Ferrero (vocal), Fi Ricardo (guitarra) e Dani Weksler (bateria), a banda paulistana ganhou os prêmios Multishow ("Revelação") e VMB da MTV (categoria "Artista do Ano") em 2007.
Neste ano, repetiu a dose no VMB, com mais três troféus (incluindo o bicampeonato de "Artista do Ano"). Nesta segunda-feira, para a alegria do repórter Ivan Drago, fã incondicional do quinteto paulista, o NX Zero está lançando oficialmente seu novo single, "Daqui pra Frente"

A música, no entanto, não é a única paixão dos integrantes do grupo. "Gostamos de futebol e estamos sempre acompanhando os campeonatos. A maioria da banda, graças a Deus, é corintiana", brinca o baixista Caco, personagem da segunda "tabelinha" deste blog. O crédito da foto (tirada no estúdio de esportes da Transamérica) é de Leandro Boudakian, produtor e plantonista da rádio.


Nome: Conrado Grandino

Apelido: Caco

Idade: 22 anos

Time do coração: Corinthians

Ídolos no futebol: Ronaldo (goleiro), Marcelinho, Tupazinho e Célio Silva

Esportes preferidos: futebol, voleibol e skate

Ídolo em outros esportes: Giba (vôlei)

Ídolo na música: Steven Tyler (vocalista do Aerosmith)

Banda nacional preferida: Capital Inicial

Banda internacional preferida: Aerosmith

Grupo Titãs assina com Arsenal Music


A banda Titãs agora faz parte do casting da Arsenal Music. O grupo assinou contrato e já prepara um novo álbum de inéditas, com a produção de Rick Bonadio (na foto, ao lado dos integrantes do grupo paulistano). O trabalho, que conta com Branco Mello assumindo o baixo, está em fase de pré-produção e deve ser lançado em março de 2009. O primeiro single tem previsão de lançamento para janeiro.

domingo, 19 de outubro de 2008

Mengão e Raposa são os vencedores da rodada!

Flamengo e Cruzeiro fizeram a lição de casa e seguem mais vivos do que nunca no Brasileirão. Ganharam de seus principais rivais neste domingo (Vasco e Atlético) e ainda puderam comemorar os tropeços de Grêmio, São Paulo e Palmeiras.

Resumindo a rodada, incendiaram ainda mais o melhor campeonato brasileiro desde a implantação do simples e justo sistema de pontos corridos. Pelo menos, no que se refere a emoção e equilíbrio.

A única lamentação da torcida rubronegra foram os cartões recebidos por Juan (amarelo) e Fábio Luciano (vermelho). Importantes peças da engrenagem defensiva do Mengão, ambos ficarão de fora do jogo contra o Coritiba, no Maracanã, na próxima quinta-feira (dia 23).

O Urubu é favorito. Também era contra o Galo, mas acabou depenado. Fica a lição daquela derrota.

Já a Raposa, tal qual acontece no mundo animal, não deu chance para a ave rival diante de mais de 52 mil torcedores no Mineirão. Colecionou a terceira vitória consecutiva e tentará a quarta, fora de casa, no sábado (dia 25), contra o Atlético Paranaense, um dos ex-campeões brasileiros desesperados da atual temporada. Os outros são os cariocas Flu e Vasco, ambos na zona do rebaixamento.

No Palestra Itália, o empate foi horroroso para o Tricolor, levando-se em conta que o time vencia por 2 x 0 até 33 minutos do segundo tempo. Quando a equipe da casa parecia entregue, uma jogada de ex-tricolores iniciou a reação: o driblador Denílson deixou André Dias no chão e tocou para Kleber diminuir. Foi o único drible certo dado por Denílson na partida. E será o bastante para a imprensa novamente acreditar que ele ainda é um grande jogador. Porém, hoje o rei das firulas foi decisivo. Dou o braço a torcer.

Dois minutos depois, Leandro bate falta, a bola desvia no endiabrado Dagoberto (um capeta com a bola nos pés e também com a chuteira e os cotovelos nos adversários) e surpreende Rogério Ceni. Era o empate com sabor de vitória verde. O Palmeiras mantém a vantagem de dois pontos para o rival paulista e diminui para um a desvantagem em relação ao Grêmio.

Isso porque o mosqueteiro gaúcho caiu diante de outro poderoso "espadachim": o Robin Hood do Canindé. Incrível Portuguesa, capaz de derrotar Grêmio, Cruzeiro e Botafogo, empatar com Palmeiras e Flamengo, e mesmo assim estar com apenas 31 pontos, mesmo número do Fluminense, primeiro time da zona do rebaixamento.

Na próxima rodada, o machucado líder gaúcho pegará o Sport, no Olímpico (quinta-feira, dia 23); na mesma noite, o Tricolor paulista enfrentará o Vitória, no Morumbi; e o Verdão tentará retornar à liderança, atuando no Maracanã, contra outro tricolor (Flu). O jogo acontece no sábado (dia 25).

Três equipes (Grêmio, Cruzeiro e Palmeiras) poderão terminar a 31ª rodada na liderança. O São Paulo pode subir pra segunda posição, enquanto o Fla pode ir pro terceiro lugar. As emoções, pelo jeito, continuarão intensas até as últimas rodadas.

Papo diário com os craques




Criado em 2005, o Papo de Craque entrou na programação da Rede Transamérica, substituindo o inesquecível Transamérica Esportes, atração que eu apresentei durante quase quatro anos na emissora.


O programa foi um dos mais bacanas que eu tive a oportunidade de fazer no rádio. Grandes profissionais "tabelaram" comigo de janeiro de 2001 a junho de 2005. Entre eles, Casagrande, Cléo Brandão (que dividiu a apresentação comigo até julho de 2002), Márcio Bernardes (apresentador das primeiras edições do programa), Chiquinho Leite Moreira (um dos jornalistas que mais entendem de tênis no Brasil), Paulinho Villas-Boas (fazendo sua estréia como comentarista), o elétrico André Henning, Valmir Jorge, Gustavo Villani, Wellington Campos (correspondente do Rio e famoso pelo jargão "meu ídolo") e o saudoso Cândido Garcia.


Em breve, colocarei algumas fotos dos tempos de Transamérica Esportes aqui no blog. Na foto acima (a mesma que aparece na barra lateral deste blog), o registro de uma recente edição do Papo de Craque. Comecei a apresentar o programa (sempre em revezamento com o Dez do Futebol, Éder Luiz) em julho de 2007. Na época, já estava também no ar o Papo de Craque 1ª edição (ao meio-dia).


Pra quem gosta de discussões acaloradas e bons debates sobre futebol, o Papo é um prato cheio. O programa é menos informativo, porém mais opinativo, do que era o Transamérica Esportes. Na primeira edição, eu e o Dez do Futebol temos a companhia de Roberto Carmona, Henrique Guilherme, Oswaldo Maciel e José Eduardo Savóia, além dos repórteres da equipe (Galvão, Zupak, Marco Bello e Drago). Na segunda edição, temos os reforços do craque Neto e de Oscar Roberto Godoi. Na foto, aparecem comigo (no sentido horário) Carmona, Neto, Godoi e Savóia).

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Líder dos Mutantes cria nova guitarra


O guitarrista Sérgio Dias, líder e integrante original dos Mutantes, apresentou nesta semana sua mais nova criação. Não se trata de uma canção, um CD ou DVD. O músico mostrou ao público a guitarra Kier (foto), instrumento totalmente desenhado por ele. Inteira folhada a ouro (por dentro e por fora), a guitarra tem a parte elétrica completamente feita em última geração, contando já com os efeitos dentro do próprio instrumento. Segundo Sérgio Dias, o novo instrumento é um passo além da antiga Régulus, muito usada pelos Mutantes.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Teimosia de Dunga e paciência de Jó


Depois de mais um melancólico empate da seleção brasileira em casa, creio ser razoável e pertinente fazer uma simples constatação: o técnico Dunga não tem convocado tão mal, mas erra em alguns pontos cruciais. Não dá chance para novos laterais, não dá chance para novos volantes e ignora os atacantes artilheiros que atuam no Brasil. Em compensação, costuma valorizar os "internacionais" Afonso, Bobô e Jô. Acho que os dois primeiros já foram esquecidos. Já o atacante do Manchester City parece ter vaga cativa. E cada vez com mais prestígio. No empate diante da Colômbia, por exemplo, o Brasil teve sua última chance de marcar numa falta aos 45 minutos da etapa final. E quem se apresentou pra cobrança? O próprio Jô. Haja paciência de Jó. E pensar que em outros tempos, a seleção contava com cobradores como Zico, Nelinho, Rivelino, Pelé, Didi, Rivaldo, Juninho Pernambucano, Neto etc...